O Twitter mudou! O limite de 140 caracteres foi flexibilizado

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Quem publica no Twitter já está mais do que acostumado ao famoso limite de caracteres, 140, que esta rede social define como máximo em cada post. Por outro lado, quando uma conta publica algo e quer, por exemplo, citar usuários, colar um link ou inserir informações adicionais, o grande problema é que tudo isso sempre ‘comeu’ letrinhas, ou seja, era considerado como caractere extra. Era, porque agora, tudo mudou, e pra melhor.

Segundo um anúncio da plataforma, a maneira como a quantidade de caracteres é contabilizada mudou. Segundo o Twitter, quando um usuário cola links para conteúdos audiovisuais como fotos, vídeos e GIFs, isso não vai mais influenciar na quantidade. O mesmo vale para menções e citações a usuários terceiros (sempre que você use uma @ antes dos nomes ou faça replies). Links externos continuarão sendo contados, mas é só usar um url shortener como este, do Google.

Você sabe de onde vem o limite dos 140 caracteres? Pois bem, fundado em 2006, o Twitter nasceu em uma era anterior à Internet ser popularizada, e os smartphones não existiam ainda. Lembre-se que o primeiro iPhone foi lançado em 2007 e, como de costume, demorou um pouco pra chegar ao Brasil. Mas, em relação ao limite do Twitter, se baseava na limitação de 160 toques, com 20 dedicados ao nome do usuário, que era comum nos celulares da época.

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Como aproveitar a atualização?

Agora que você pode aproveitar todo o potencial da atualização, vai poder criar tweets mais interessantes e completos. Na sequência, vamos dar uma olhada no que você pode fazer para usar as mudanças a seu favor:

Tweets Multimídia: Chega de ficar encurtando links de fotos e demais elementos multimídia. Agora, você já pode colar as urls diretamente na hora de publicar o tweet sem que isso afete o limite de 140 caracteres. Use e abuse dos GIFs, vídeos e tudo o que deixe seus posts mais atraentes. Aliás, publicar postagens com imagens sempre fez muita diferença na hora de ter um post viral.

Respostas: A partir de agora, sempre que você for responder um usuário, ou seja, quando usar a @ antes do nome dos seus seguidores, o nome de cada um não vai ser levado em consideração na contagem. A consequência direta é a possibilidade de ter conversas mais estendidas, sem que você precise ficar economizando palavras. Com isso, naturalmente, melhora a comunicação da sua marca com o público.

O que mais mudou?

Além do que já comentamos, há outras mudanças interessantes na hora de tirar proveito da nova atualização do Twitter. Veja quais são:

Retweets: Agora, você vai poder retweetar suas próprias postagens na rede social do passarinho azul. A utilidade? Você vai poder aproveitar seus tweets de uma forma mais eficiente, principalmente aqueles que tiveram maior repercussão junto ao seu público-alvo.

Auto-citações: Outra boa mudança é a possibilidade de citar seus próprios tweets em qualquer conversa que você tenha iniciado. A melhor parte é poder publicar mais informações interessantes e links externos, ou qualquer outra coisa que você julgue útil na hora de conversar com seu público.

A visibilidade da @ mudou: Outra mudança importante e que nem todo mundo percebeu ainda é que, quando você começar um tweet com o nome de um usuário, precedido da arroba, todos os seus seguidores poderão ver a mensagem. Dessa forma, suas conversas se tornam mais públicas e com uma mensagem direta você vai poder falar com mais pessoas.

E agora? Chegou o momento de aproveitar a flexibilização da plataforma de microblogging mais famosa da atualidade. Já está disponível na maioria dos países e agora ficou mais fácil deixar seus tweets mais interessantes e aproveitar para publicar imagens, vídeos e links sem descontar caracteres do seu texto original. A consequência direta é poder comunicar mais e melhor, um viva! aos tweets mais bem nutridos :).

 

Por que usar os vídeos do Twitter?

Primeiro, os memes surgiram do nada e chamaram a atenção de todo mundo. Logo, os GIFs conquistaram seu espaço como um dos tipos mais virais de conteúdos na web. Agora, a coisa evoluiu e, definitivamente, chegou a vez dos vídeos nativos das redes sociais. Com o Twitter, não ia ser diferente.

Na verdade, a necessidade de diversificar os tipos de conteúdos que você compartilha nos seus canais não é nenhuma novidade. Seja qual for o formato, o mais importante é brindar conteúdos que gerem valor para o seu público e diminuam a distância entre os seus seguidores e a sua marca.

Mas os vídeos têm um plus extra, e vamos contar pra você qual é a diferença entre publicar um post comum e apostar no formato audiovisual nativo da plataforma do passarinho azul.

O poder do Twitter

Você sabia que quatro de cada cinco users do Twitter estão presentes nesta rede para acompanhar os conteúdos de suas marcas prediletas? Outro dado interessante: 67% dos clientes escolhem diretamente adquirir produtos das empresas que seguem no Twitter. Mais ainda? Quase 80% costumam sugerir as marcas que mais gostam e estão presentes nesta rede.

Ok, até aí tudo bem. O Twitter está cheio de oportunidades e você sabe disso. Agora, o que fazer para se destacar em meio a uma multidão de nada menos do que 320 milhões de pessoas e do impressionante meio bilhão de tweets compartilhado diariamente na rede social de microblogging?

Pois a resposta é fácil: aposte em vídeo marketing. E agora vamos falar o porquê

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Vídeos no Twitter? Definitivamente!

A não ser que você seja uma super celebridade – e ainda se fosse -, dá pra notar que diferentes tipos de conteúdos geram quantidades diferentes de sinais sociais. Você pode até ter um ou outro post de texto que se destaque mais, mas sabe que postar conteúdos multimídia chama mais a atenção.

A verdade é que os usuários do Twitter simplesmente amam os vídeos, principalmente quando entram na plataforma a partir de seus telefones celulares. Isso é o que indica uma pesquisa da própria plataforma, que indica que 82% dos users assistem conteúdos em vídeo enquanto navegam.

E não é só isso, há muita diferença entre publicar vídeos nativos diretamente na plataforma e compartilhar conteúdos de outras páginas como Youtube. Essa diferença tem dados concretos para mostrar sua superioridade: os vídeos nativos têm 2.5 vezes mais respostas, 2.8 vezes mais retweets e 1.9 vezes mais favoritos. Impressionante, não?

Se você tem visto a nova onda de vídeos nativos na outra plataforma líder no momento, tem uma coisa que o Twitter compartilha com os conteúdos postados via Facebook Live: eles são mostrados primeiro na linha do tempo. A diferença é o grau de interação. Segundo um informe da SocialBakers, os vídeos nativos do Twitter têm 216% mais engagement do que nas outras plataformas.

Vai de Vídeo?

E agora, será que você começou a acreditar no poder do vídeo marketing no Twitter? Dá pra usar este formato para criar uma diversidade incrível de conteúdos: fazer apresentações, responder perguntas, compartilhar teasers, exibir depoimentos, tudo depende só da sua criatividade.

 

Precisa de Ajuda?

Existe uma empresa que produz vídeos para estratégias de Marketing de Conteúdo, com valores super competitivos para que seja possível o vídeo fazer parte do seu planejamento de conteúdo mensal.

A DIVION é uma produtora que se estruturou como uma nova Startup, que vem agregando parceiros em todo país, facilitando que projetos de nível nacional tenham um projeto único e gestão centralizada para estratégias em Redes Sociais. (www.divion.com.br).

A ideia como principal produto para conversão

Imagine o seguinte: um homem queria ir à barbearia, mas não sabia bem como, nem quando, nem onde. Só o que ele sabia era que já fazia tempo, muito tempo, que ele cuidava da barba sozinho. Tinha todos os equipamentos de ponta: barbeador elétrico, aparelhos com cinquenta mil lâminas, produtos pós-barba e tudo mais.

Só que nunca estava totalmente satisfeito, parecia que faltava alguma coisa. O acabamento não ficava tão bom, ou sempre escapava um detalhe e lá ia ele corrigir no dia seguinte ou acabava tendo que dar um jeitinho até no horário do trabalho.

Pois vamos dar um nome ao nosso amigo imaginário: Fábio, digamos.

Agora, vamos supor que Fábio decidiu que queria experimentar ser cuidado por um especialista. Cansou de dedicar tanto tempo à rotineira tarefa, sem ficar parecido com os modelos das capas de revista. Tinha certeza de que era possível – Fábio é um cara de boa aparência – só não sabia como ia resolver seu problema.

Conhecendo Fábio

Fábio é um profissional de 35 anos, solteiro, com uma rotina de trabalho bastante agitada. Faz muitas viagens, vive em reuniões com clientes, usa toda a tecnologia disponível para otimizar o tempo e o trabalho. Mantém-se atualizado por meio de sites, blogs e redes sociais, cuidando sempre para passar uma imagem de profissionalismo.

Quer se manter competitivo, com um currículo atrativo e interessante. Busca ascensão profissional ao mesmo tempo em que melhora a qualidade de vida. Quer ter um lugar onde possa descansar, compartilhar com amigos e, ao mesmo tempo, dar aquela cuidada na saúde. Talvez você conheça muita gente assim, não?

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O Problema

Acontece que Fábio tem muitas coisas pra pensar! Enfrentar a rotina de trabalho, demonstrar resultados para a empresa, investir na carreira. Cuidar da imagem pessoal e da saúde sem comprometer o trabalho. Participar de eventos, reuniões e expandir o círculo de contatos para melhorar o networking e com isso as oportunidades de crescimento.

No meio de tantas obrigações, suponhamos que Fábio pensou que era mais importante ainda encontrar uma solução prática e eficiente para o cuidado da sua aparência. Foi aí que ele pensou: “Será que a saída não é procurar uma barbearia especializada?”. E começou sua procura.

A busca de Fábio

Conhecendo Fábio como a gente conhece, sabemos que ele procurou nas redes sociais, leu várias páginas especializadas, falou com outros profissionais e amigos que cultivavam uma barba bem cuidada – e tinham os mesmos problemas, veja só você – e acabou encontrando várias alternativas.

Agora, imaginemos o seguinte: Fábio encontrou várias alternativas, algumas até pareciam oferecer os mesmos serviços. Todas se comprometiam com a missão de cuidar da sua aparência como nenhuma outra barbearia faria. A busca foi um sucesso, só faltava decidir. Para nossa surpresa, Fábio já sabia qual era a escolhida. Escolheu a The Barber.

Por pura curiosidade, vamos interagir com nosso amigo-imaginário-real, o Fábio, perguntemos o que foi determinante na sua escolha. Vamos supor que Fábio tenha dito o seguinte: “O posicionamento da marca. Fez toda a diferença”.

Finalmente, amigo leitor, que tal a gente deixar de tanta imaginação e me diz aqui uma coisa: Pra você, qual é a importância de uma marca vencedora? A PX|Brasil sabe. Você não precisa saber tudo de Marketing, deixa essa parte com a gente. Ah, só pra constar: a The Barber é cliente PX 🙂

 

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3 tipos de conteúdos que as empresas deveriam investir

Embora o Marketing de Conteúdo tenha alcançando maior notoriedade nos últimos anos – graças às Redes Sociais – o conceito não tem nada de novo: a revista The Furrow, atuante desde 1895, é um ótimo exemplo da prática.

A grande demanda de produtos e serviços transformou o comportamento do consumidor. Mais exigente, ele quer muito mais do que preços vantajosos. Hoje, os consumidores procuram valores agregados aos serviços e produtos e, mais uma vez, o marketing de conteúdo desempenha um papel essencial na hora da tomada de decisão.

 

Não tenha medo de ousar

Para usar o Marketing de Conteúdo a favor da sua empresa, no entanto, é preciso conhecer seu público profundamente.

De acordo com o consultor e professor universitário Paulo Silvestre, “o Marketing de Conteúdo é pautado pela utilidade e interesse do público. Com ele, as empresas não falam sobre si mesmas ou sobre seus produtos. Falam de assuntos que tenham relação com o seu público”.

Portanto, para atingir o seu público-alvo e impactá-lo positivamente, não tenha medo de experimentar outros formatos e ser diferente dos seus concorrentes. Você pode tirar a sorte grande com o seu conteúdo da maneira menos provável e acabar aprendendo algo com os seus clientes.

 

Os tempos são outros. Dê espaço ao atual

Está na hora de acabar com o pensamento de que criar conteúdo significa escrever posts em um blog ou atualizar o status de sua página no Facebook. O conteúdo vai além do trivial: criar filmes, apps e até um trabalho que una oportunidade e bom jornalismo, como o projeto mais recente do Google.

É tempo de sair do óbvio e partir para uma aproximação mais multimídia do seu público, afinal de contas, todos têm uma história para contar. O modo como você a conta é que pode virar o jogo para sua empresa.

 

3 tipos de conteúdo que a sua empresa deve investir

  1. Vídeo

Hoje em dia não há mais espaço para desculpas como: “fazer um vídeo é caro e leva muito tempo”, ou “não sou diretor e, portanto, não sei fazer vídeos”.

Aplicativos simples e gratuitos, como o Snapchat, o Periscope, o Facebook live e a mais recente novidade, o Instagram Stories, são apenas alguns exemplos de conteúdos em vídeo mais consumidos pelos usuários ativos dessas plataformas (só no Facebook são mais de 80 milhões só no Brasil).

Mesmo que você opte por contratar profissionais para fazer uma série de conteúdos em vídeo para sua empresa, o investimento vai render bons retornos, desde que a regra de ouro do Marketing de Conteúdo seja respeitada e os vídeos tenham a finalidade de entreter e/ou informar o seu público, e não vender o seu produto (esse papel é do Inbound Marketing).

Uma produtora que realiza vídeos para este fim é a DIVION (www.divion.com.br).

  1. Aplicativos

Criar aplicativos que sirvam para facilitar a vida de seu cliente é uma ótima maneira de entrar no radar de relevância do seu público-alvo.

Leve como exemplo os aplicativos de serviço de taxis ou os aplicativos que localizam os festivais de Food Truck mais próximos da residência do seu cliente. Você pode ainda desenvolver uma ferramenta para o seu site que informe ao seu cliente como utilizar o seu produto e tirar melhor proveito de todas as suas funções.

As possibilidades são infinitas.

 

  1. Infográficos

 Certamente você já deve ter se deparado com muitos infográficos por aí. As mais novas versões desse tipo de conteúdo são interativas, o que chama mais ainda a atenção do seu público.

O infográfico representa uma maneira diferente – e até divertida – de apresentar informações. Além disso, os números não mentem: de acordo com pesquisas no campo, 40% dos leitores respondem melhor aos recursos visuais do que aos textos simples.

Outro ponto importante de um infográfico é que você economiza tempo: você poderá expor em 100 palavras o que levaria 600 em um texto normal, por exemplo.

 

Os elementos principais do conteúdo

Não importa qual tipo de conteúdo você escolha investir daqui para a frente, lembre-se que a inovação e a criatividade deverão sempre estar presentes. Conte uma história da maneira mais inusitada possível e, certamente, você será recompensado por isso.